Transposição: Deputada Aline já chega na Câmara Federal solicitando a instalação de comissão que vai ajudar a destravar a PEC 47, onde mais 30 mil amapaenses vão ser contemplados
Por Redação
O retorno de Aline Gurgel ao Congresso Nacional, mais especificamente à Câmara dos Deputados, foi uma notícia significativa para muitos servidores públicos do Amapá, Roraima e Rondônia. Ela anunciou que desarquivaria a Proposta de Emenda à Constituição 47/2023, conhecida como PEC da Segurança Pública, o que trouxe esperança para quem acompanha essa pauta ao longo dos últimos anos.
Quando assumiu seu mandato no começo de agosto, a deputada federal pelo Republicanos do Amapá afirmou que seu compromisso com as pessoas vulneráveis, com as mulheres, com as crianças, além de sua dedicação na luta contra a fome e a pobreza, continua firme. Aline Gurgel também reforçou seu desejo de promover a emancipação social e econômica do povo amapaense. "Estou determinada a honrar cada voto recebido e a trabalhar sem parar pelo bem do Amapá", declarou ela.
Recentemente, Aline enviou dois pedidos à presidência da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. O primeiro foi dirigido ao presidente, deputado Hugo Motta (Republicanos/PB), solicitando a criação de uma comissão especial para analisar a PEC 47/2023, com a decisão final de encaminhá-la para votação no plenário. O segundo pedido foi a instalação da comissão especial, que vai acelerar o andamento da PEC, que estava parada na Câmara há mais de dois anos.
No Amapá, a PEC 47/2023 é de grande relevância, pois trata da situação dos servidores incorporados ao estado após sua criação, que ainda enfrentam desigualdades em relação aos servidores federais. O objetivo é garantir que esses profissionais tenham direitos e benefícios equivalentes aos colegas de outras partes do país, especialmente aqueles que atuavam nos ex-territórios.
"Nós chegamos para ser a voz do Amapá. Os anseios de nosso povo serão atendidos por meio de nosso mandato, aqui, na Câmara dos Deputados. E eu sei que a PEC 47/2023 é uma reparação histórica para o nosso Estado", explicou ela.



